JULIAN
OF NORWICH, HER SHOWING OF LOVE AND ITS CONTEXTS ©1997-2008
JULIA BOLTON HOLLOWAY ||
JULIAN
OF NORWICH || SHOWING
OF LOVE || HER TEXTS || HER
SELF || ABOUT HER TEXTS || BEFORE
JULIAN || HER CONTEMPORARIES || AFTER
JULIAN || JULIAN IN OUR TIME || ST
BIRGITTA OF SWEDEN || BIBLE
AND WOMEN || EQUALLY
IN GOD'S IMAGE ||
MIRROR
OF SAINTS || BENEDICTINISM||
THE
CLOISTER || ITS
SCRIPTORIUM || AMHERST
MANUSCRIPT ||
PRAYER||
CATALOGUE
AND PORTFOLIO (HANDCRAFTS, BOOKS ) ||
BOOK
REVIEWS || BIBLIOGRAPHY
|| Julian
de Norwich (Inglaterra), o seu “Showing of Love” e seu contexto,
Prayer
Websites © [Brochura impresso disponível em grego e hebreu]
Julia
Bolton Holloway , 1997/2008; A Oração do Pai-Nosso em
italiano, /padrenostro.html.
AS
MULHERES E A
ORAÇÃO
DO PAI-NOSSO: 'NOSSO PAI'
ANGELA
DE FOLIGNO, JULIAN DE NORWICH, TERESA DE ÁVILA, EVELYN
UNDERHILL,
SIMONE WEIL, EDITH STEIN, FIORETTA MAZZEI, HEDERA CJURARU
Plenário,
Augsburg
{
O
único maior presente que Nosso Senhor nos deu além dos
Salmos
e da Oração
do Pai-Nosso foi o presente que fez de si mesmo.
{Encontrei
esta frase quando era uma noviça, escrita em um livro de
exercícios
que registava discursos feitos para noviças centenas de anos
antes.
E é verdade. Os salmos de exaltação de Davi,
compostos
quando ainda um pequeno criador de ovelhas, são bonitos em todas
as línguas - curando as almas daqueles que os cantam, ou
lêem,
ou ouvem. Assim também é a Oração do
Pai-Nosso
um grande presente que nos chega através do grego, do aramaico
de
Jesus, até todas as nossas línguas; e é com ela
que
pedimos o grandioso presente do Corpo e Sangue de Deus, antes de
recebermos
o pão e o vinho, os quais agradecemos. Ainda hoje na
Grécia
é possível ouvir 'evkaristo',
'eucharisto' 'eu te agradeço’.
As
mulheres na Igreja Antiga eram as catequistas de outras mulheres,
começando
a pregação com a Oração do Pai-Nosso. Mais
tarde, a Igreja passou a deixar que as mulheres apenas escrevessem a
Oração
do Pai-Nosso, permitindo a Teresa de Ávila seu tratado sobre a
oração
para nossa “Eterna Majestade”. Se tanto está concentrado nos
escritos
de mulheres sobre a Oração do Pai-Nosso é porque
isso
nos inclui, irmãs e mães, como Cristo diz, como
irmãos,
nas palavras “Pai-Nosso”. Estamos lá no Evangelho, lá na
Oração do Pai-Nosso, lá no hino Magnificat,
lá
nas Bem-aventuranças.
Jesus,
como um de nós, se vestiu de nossa carne e sangue e aprendeu a
rezar
com sua mãe, Maria. A primeira oração que uma
mãe
hebréia ensina a seu filho é “em
vossas mãos, Oh Deus, entrego minha alma”, para
ser repetida pela criança pelo resto de sua vida, antes de
dormir,
até ao dia da morte. Jesus a teria ouvido na véspera do
Sabá,
ao pôr do sol de Sexta-feira, abençoando a luz: 'Abençoado
és Tu, Oh Deus, Rei do Universo, que nos deste Teus mandamentos
e criaste a Luz, as Luzes do Sabá'.
E então, repetindo-a, diz seu pai José: 'Abençoado
és Tu, Oh Deus, Rei do Universo, que nos deste este pão
para
comer, este vinho para beber, as frutas da Terra, da parreira, e do
trabalho
de mãos humanas'.
Maria
rezou o Magnificat.
Jesus a acompanhou nas Bem-aventuranças.
Mas quando seus discípulos pediram que lhes fosse ensinado como
rezar, ele lhes deu uma oração bem judaica. Mateus nos
diz
a oração em grego pouco refinado, através do qual
podemos sentir a origem hebraica. Mateus 6.9-15:
[AVINU
SHEBA-SHAMAYYIM/
YITKADASH SHEMAYCHA/ TAVO MALKUTAYCHA/ YE-ASSEH RETZONCHA/ K'MO
BA-SHAMAYYIM
KAIN BA-ARETZ/ ET LECHEM HUKAYNU TEN-LONU HA-YOM/ U-SLACH LONU ET
HOVOTHEYNU/
KA-ASHER SOLACHNU GAM ANACHNU L'HA-YAVAYNU/ VIH-AL TIVI-AYNU LI-Y'DAY
NISA-YON/
KEE IM HAL-TZAYNU MIN HARAH http://www.spiritheart.org/chapel/lordpryr.htm#hurtak_hebrew
]
Eis
como deveis rezar:
{Pai-Nosso
que estais no céu
Santificado
seja o Vosso nome
Venha
a nós o Vosso reino
Seja
feita a Vossa vontade
Assim
na Terra como no céu
O
pão nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai
as nossas ofensas
Assim
como nós perdoamos aos que nos ofenderam
E
não nos deixeis cair em tentação
Mas
livrai-nos do mal
Para
a versão caligrafada em inglês e grego por Pe. Nathanael e
Pe. Nicholas, visite:
Para
a Oração do Pai-Nosso em italiano, visite:
Para
a Oração do Pai-Nosso em espanhol, visite:
Para
a Oração do Pai-Nosso Aborígene, visite:
Artista
desconhecido, Wirramanu, Sul da Austrália
VOCÊ
É NOSSO PAI, VOCÊ MORA NO CÉU, NÓS FALAMOS
CONTIGO;
PAI, VOCÊ É BOM.
CREMOS
NA TUA PALAVRA, PAI, NÓS, TUAS CRIANÇAS. DÁ-NOS
PÃO
HOJE.
OUTROS
NOS FIZERAM MAL, E NOS ARREPENDEMOS POR ELES, PAI, HOJE.
FIZEMOS
O MAL, E NOS ARREPENDEMOS. ENSINA-NOS, OH PAI A NÃO PECAR
NOVAMENTE.
EVITE
QUE FAÇAMOS O QUE É ERRADO, PAI. NOS SALVE A TODOS DO MAL.
VOCÊ
É NOSSO PAI. VOCÊ VIVE NO CÉU. FALAMOS CONTIGO.
PAI,
VOCÊ É BOM.
{Tu
sei nostro padre, la tua dimora è nei cieli, noi parliamo a te,
Padre, tu sei buono.
Noi
crediamo alla tua parola, Padre, dà oggi a noi, tuoi figli, il
pane
Gli
altri hanno fatto del male a noi; oggi, padre, proviamo dolore per loro.
Noi
abbiamo commesso il male, proviamo contrizione, insegnaci tu, Padre, a
non peccare più.
Impedisci
a noi di compiere il male, Padre, salvaci dal maligno.
Tu
sei nostro Padre, tu dimori nei cieli, noi parliamo a te, Padre, tu sei
buono.
Na versão de Lucas,
sofisticada
e ainda assim muito mais simples, em grego: Lucas, 11. 2-4, ela se
torna:
Quando
orardes, dizei:
{Pai,
santificado seja o vosso nome
Venha
o Vosso reino
Dai-nos
hoje o pão necessário ao nosso sustento
Perdoai-nos
os nossos pecados
Pois
também nós perdoamos àqueles que nos ofenderam
E
não nos deixeis cair em tentação
Enquanto
Marcos nos dá a oração judaica do Nome de Deus,
Shema.
Marcos 12.29-31:
{Ouve,
Israel, o Senhor Nosso Deus é o único Senhor
Que
segue para citar o nome de Deus como abençoado e seu reino como
eterno, na forma judia da oração. Então o
Evangelho
Segundo São Marcos adiciona à oração ao
Senhor
Teu Deus de todo o teu coração, toda a tua alma, de todo
o teu espírito e de todas as tuas forças - que é
da
oração abençoado Tau encapsulado sobre o limiar de
um lar judeu desde o Êxodo, e seu semelhante como a ti mesmo,
frases
tiradas diretamente do Deuteronômio e Levítico.
A
oração do Pai-Nosso ecoa orações judias
para
Deus; santificando Seu Santo nome, falando de seu reino, do regozijo do
perdão de todas as dívidas, da libertação
de
todos os escravos - Evelyn Underhill, a mística anglicana,
percebendo
como estas sete frases ligadas estão todas diferentes das
Escrituras
Hebréias. Combina os textos de Mateus, Marcos e Lucas.
Estranhamente
alguns dos melhores escritos sobre a oração do Pai-Nosso
vêm de mulheres, de judeus, de pessoas de fora da igreja.
Já
que o “Pai-Nosso” é pai não apenas de filhos, mas
também
de filhas, não apenas de seguidores de Cristo, mas de toda a
humanidade.
É um Deus inclusivo, não exclusivo. Nestes
comentários
ao texto a ânsia de ser livre para Deus ficará clara, o
serviço
a Ele sendo a liberdade perfeita, soará revolucionário,
mas
não é. Revoluções vêm de
Lúcifer.
Os Evangelhos, de Deus.
Este
é um Terciária Franciscana, Angela de Foligno, na
oração
de Jesus, na oração do Pai-Nosso (Livro de Angela Foligno
(Instruções), Parte II):

Andrea
Della
Robbia, Jesus rezando ao Pai, Santa Cruz, Sacristia
{ O
filho de Deus, Jesus Cristo, enquanto viveu na Terra como homem nos deu
este glorioso exemplo de oração a ser seguido. Ele nos
ensinou
como orar com palavras e ações de muitas e diversas
maneiras.
Através das palavras, nos lembrou de rezar, quando disse a seus
discípulos, 'Vigiai e orai para
não
caírdes em tentação'. E
em muitos lugares do Evangelho o encontramos a nos instruir sobre a
venerável
oração, e como nos fez saber que isso lhe é caro,
ao recomendá-la vezes e mais vezes. Amando-nos de todo o
coração,
ele não queria que negligenciássemos nunca esta
abençoada
oração, que Jesus mesmo orou, de formas que
fôssemos
levados pelo seu exemplo a amar a esta acima de qualquer outra. . .
Coloque
este espelho em frente aos seus olhos e reflita com todo o seu ser como
viver esta oração, que ele mesmo orou por você,
não
por si mesmo. Ele também estava a nos ensinar como orar quando
disse: 'Pai,
se for tua vontade, afasta de mim este cálice; mas não
obstante,
serão estes feitos teus, não meus'.
Veja como Cristo sempre quis a vontade do Divino, não a sua
própria,
e faça disso um exemplo para si. Ele também nos ensinou a
orar quando disse‘Pai, em vossas
mãos
deposito meu espírito’. Que mais??
Toda a sua vida foi oração, já que esteve sempre
manifestando
a Deus e a si mesmo. Cristo orou em vão? Por que, então,
você negligencia as orações se sem elas você
não pode ter nada? Jesus Cristo, verdadeiro Deus e homem, orou
por
você, não por si mesmo, para que você tivesse um
exemplo
verdadeiro a ser seguido. Se quiser algo, você deve orar, pois
sem
oração você não conseguirá nada.
Um
aparte
sobre a arte da família Della Robbia é que eles tomavam o
barro simples da terra, cozinhando para transformar em 'terra cotta' -
assim como Deus ao criar Adão ou a nós - transformando-o
com esmaltes azuis e brancos em Nossas Senhoras e Cristos. Da mesma
forma
nós, através da oração, particularmente da
oração do Pai-Nosso, transformamos nosso barro mortal em
brancos e azuis celestiais. Em italiano (NT: E em português,
também)
as palavras para “céu” (celeste, onde Deus habita), “céu”
(físico, onde ficam as estrelas) e azul é apenas uma:
'celi'
'celo', 'celeste'. Este busto particular de Cristo também lhe
dá
o verde da terra frutífera entre o azul de seu roupão
sacerdotal.
Em
um manuscrito medieval, contemporâneo de Julian de Norwich, que
pode
ter sido escrito por ela e que está agora no Castelo
de Norwich, o escritor original do texto, que sabia hebreu, divide
a Oração em sete partes - como o candelabro judeu no
templo,
como os sete dias da semana, como os sete planetas
então-conhecidos
nos céus. Ele, ou ela, escreve de modo comovente sobre estes
sete
pedidos que nós fazemos a Deus na Oração que Jesus
nos ensinou. Ele e ela podem ser Adam Easton e Juliana de Norwich
trabalhando
em caráter de colaboração.
Além
deste lindo manuscrito, com suas letras iniciais em ouro sobre
púrpura
- as cores do trigo e das uvas - parecidas com aquelas que
Bonifácio
buscou nas freiras inglesas como Lioba
séculos antes, nós também temos outros textos
escritos
por mulheres sobre a Oração do Pai-Nosso, Teresa de
Ávila
no Renascimento, e em nosso próprio último século;
por exemplo, o bom livro de Evelyn Underhill, Abba, e
também
o soberbo ensaio de Simone
Weil, escrito quando ela o estava ensinando em grego para seu
anfitrião,
Gustave Thibon, e recitando simultaneamente em grego enquanto colhia
suas
uvas no sul da França.
Manuscrito
do Castelo de Norwich
Vamos
passar por cada um dos sete pedidos em questão, enquanto
analisamos
juntos alguns aspectos de Juliana de Norwich, de Teresa de
Ávila,
de Evelyn Underhill, de Simone Weil, estando sempre atentos ao fato de
que mulheres escrevendo sobre o Pai-Nosso transformam patriarcalismo em
catolicismo, desfazendo todo o apartheid de raça,
religião,
classe ou gênero que se alojou no centro da igreja a partir das
beiradas.
Evelyn Underhill chega a mencionar Santa
Teresa falando de uma velha mulher que gastou suas duas
últimas
palavras com reverência e amor. Vamos, à medida que
dissermos
estes sete pedidos, nos portar como se fôssemos esta velha
mulher,
como se fôssemos mulheres judias acendendo e abençoando as
luzes do Sabá, uma para cada pedido, sete no total, curando
crianças,
mulheres e homens deste mundo dentro do reino celestial de Deus.
I.
Pai-Nosso, que estais no céu.
Cristo
não nos colocou para orar para ele, já que se chamava
humildemente
de ‘o filho do homem’,
sendo isso em hebreu 'Ben-Adam',
já que 'Adam'
em hebreu também significa 'todos
os
homens’. Pediu que orássemos com
ele
para o ‘nosso Pai’,
que dividimos com ele, ''Abba'(Marcos
14.36; Romanos 8.15; Gálatas 4.6), nós sendo seus
irmãos
e irmãs (Mateus 12.49-50, Marcos 3.31-35, Lucas 8.19-21). Ele se
torna nosso irmão, esvaziando-se, chegando mesmo a tornar-se um
de nossos servos (Filipenses 2.5-11); ele humilde e amorosamente lava
nossos
pés, o que não merecemos (João 13.3-20), e nisso
ele
copia o ato de amor e sacramento de Maria Madalena (Mateus 26.6-13,
Marcos
14.3-9, Lucas 7.37-50, João 12.1-8, ainda que a mulher possa
não
ser Maria Madalena). Ele diz, 'Abençoado
seja, Oh Deus, Rei do Universo, que nos deste vinho e pão, fruto
da videira e da terra, e do trabalho de mãos humanas' (que
é a oração judaica do Sabá, orada por
Jesus,
e à qual se faz alusão em Mateus 26.26-29, Marcos
14.22-25,
Lucas 22.15-20, 1 Coríntios 10.16-22, 11.23-26). Ele depois
tragicamente
diz, ‘Em vossas mãos, Oh Deus,
entrego
minha alma' (Salmos 31.5, Lucas 23.46).
Estas
são orações judias a Deus, oradas por Jesus.
Mas
na oração de Cristo, agora nos dirigimos a Deus
não
apenas como Senhor, Rei do Universo, como seus escravos tementes, mas
também
como Abba’ (Marcos 14.36; Romanos 8.15; Gálatas 4.6), que
equivale
a dizer “Papai” em Português,(Não, em Português
é
'Papá') “Daddy” em inglês, “Babbo” em Italiano de
Florença,
como seus filhos amados, suas amadas crianças, como seus amados
filhos e filhas. Nos dirigimos a alguém que amamos e em quem
confiamos
que nos ame também. Um pai, quando seu filho, sua filha, seus
co-herdeiros
pedem pão, nem tranca a porta nem lhes dá uma pedra; nem,
quando pedem por peixe, lhes dá uma serpente (Mateus 7.10, Lucas
11.11). A versão de Julian das “Provas” para o Manuscrito
da Abadia da Catedral de Westminster repete esta
evocação
amorosa em sua abertura para '{ Nosso
bom Senhor cheio de graça. . . . ' Rezamos, nas palavras de
Cristo, nas palavras de Julian, por todos os nossos semelhantes, como
por
nós mesmos; nossos irmãos e irmãs, como por
nós
mesmos (Mateus 12.46-50; Marcos 3.31-35; Lucas 8.19-21); no amor de
Deus
e do nosso semelhante (Marcos 12.30-31); para que sejamos todos um
(João
17). São Cipriano nos lembra que esta oração
não
é para uma pessoa, mas para todos nós. Não
é
um caso de “Meu Pai.... dá-me”
mas “Pai-Nosso... dá-nos hoje, o
pão
nosso de cada dia”. E ele então
fala
sobre como esta oração teria sido dita na parte mais alta
do Pentecostes, onde a mãe de Jesus e outras mulheres e seus
discípulos
rezaram juntos.
A culta
filósofa
Franco-Judia Simone Weil, em sua interpretação da
Oração
do Pai-Nosso, algumas vezes selecionará das
tradições
gregas e platônicas, algumas vezes do hebraico. Enquanto a
espanhola
Teresa de Ávila, cujos ancestrais eram também parte
judeus,
e que não teve educação formal, perambulará
em seu discurso conversacional às suas Irmãs Carmelitas,
ainda que sempre volte ao 'Sua Majestade, Rei Jesus’, um rei muito
maior,
para ela, do que aquele da Espanha e de todos as américas. Houve
um tempo em que todos os livros foram tirados de Teresa de Ávila
e suas irmãs. 'Então
Cristo será meu livro, de onde lerei',
ela disse, repetindo Angela de Foligno. Aqui ela aponta a suas
irmãs
que não importa quão loquaz e desregrada é a mente
de alguém em discurso ou oração. O que conta
é
que o Espírito Santo está presente entre aquele filho e
aquele
Pai.
II.
Santificado seja o vosso nome.
Se
e porque o santificamos, durante o segundo pedido da
oração
do Pai-Nosso, podemos então nos santificar, já que somos
sua imagem. Mas nos condenamos se tentamos nos santificar com riqueza,
poder, estima, opulência, desejo e amor, com o Mundo e a Carne e
o Demônio a que tínhamos prometido renunciar durante nosso
batismo. Nosso nome é ‘Legião’,
como os muitos espíritos impuros que se apoderavam da horda de
porcos
e se atiravam no abismo (Lucas 8.28-31), ou 'Cristãos',
que nos fazemos 'um'
com o Filho, o Pai, com o Espírito Santo, no céu?
Dostoievsky
no episódio 'Grande Inquisidor' de Os Irmãos Karamazov,
descreveu
a necessidade de rejeitar às tentações do
demônio,
repetindo Lucas 4.2-8. O Manuscrito
do Castelo de Norwich vê o Orgulho
como o pecado que deseja santificar nosso próprio nome, em vez
do
nome de Deus.
'Israel',
na oração judia
‘do bom nome’,
que Jesus ora em Marcos 12.29, significa 'Deus
reinará’, o Shekinah, a
presença
de Deus. O próprio nome de Jesus nós falhamos em
santificar;
em hebreu é 'Yeshuah',
o 'jah' de
aleluia, 'Hallelujah' 'Alleluia',
Joshua, Isaías, e o 'el'
de Israel, Ezequiel, Rafael, Miguel, ambos significando Deus. O nome de
Jesus 'Yeshuah'significa
'Deus
Salva'. Ao santificar o nome de Deus
chamamos
para nós sua presença, seu reino, neste mundo, nos
salvando.
Nesta oração Juliana nos coloca a todos como “um”com
e em Deus. 'Não meu nome mas o
vosso
seja glorificado', diz o Manuscrito do
Castelo
de Norwich. Ainda que abençoando e consagrando a Deus, Jesus
também
é paradoxalmente abençoado e consagrado. E assim
também
todos nós.
Simone
Weil, baseando-se em sua herança judia, nota que só Deus
tem o poder para se nomear e que este nome é santidade. Ao
consagrar
isso, nós nos livramos, ela diz, da prisão do ego. Evelyn
Underhill nos oferece a citação de São João
da Cruz 'A Criação nos
balbucia,
como uma criança que não pode articular o que quer dizer;
pois está lutando para proferir a Palavra, o Nome. . . de Deus'.
III.
Venha a nós o vosso reino
Isto
é interpretado por Julian de Norwich, repetindo Angela de
Foligno,
como 'Ele está aqui, Emanuel, a palavra feita carne que habita
em
nós, na cidade de nossa alma, sendo nós mesmos seu
trono.'
Orígenes, Em Oração, que XXII.5,
pág.
148, diz, 'Deixe nossa vida inteira como nós rezamos sem
cessar’.
Diga ‘Pai-Nosso que estais no céu’,
tendo sua cidadania de modo algum na terra, mas em todos os sentidos
nos
céus, que são os tronos de Deus, já que o reino de
Deus é estabelecido em todos aqueles que carregam a imagem do
divino
e por esta razão se tornaram celestiais'.
O
Manuscrito do Castelo de Norwich mostra assim:
'.
. . iusti sedes est sapiencie.
ffor as sieth holy write the soule of the ryghtful man or womman is the
see & dwelling of endeles wisdom that is goddis sone swete ihc If
we
been besy & doon oure deuer to fulfille the wil of god & his
pleasaunce
thanne loue we hym wit al our myghte'.
[A
alma do homem ou mulher legítimos é a visão e
habitação
infinita da sabedoria que é o filho de Deus, doce Jesus.
Nós
fazemos os seus desejos e o satisfazemos quando o amamos com toda a
vontade.]
O
Manuscrito do Castelo de Norwich prossegue para dizer que o oposto
deste
pedido é a cobiça, a ser combatida pela
oração
“Vosso reino, não o meu”'.
Já que os que cobiçam querem o reino para si mesmos.
Simone
Weil compara isso à sede que temos de água, o choro de
nosso
ser inteiro.
Fora
de Settignano, entre as oliveiras de um pequeno monastério, o da
Comunità
dei figli di Dio (comunidade dos filhos de Deus), seus jovens
monges
e freiras seguem para a missa, como colunas cinzas esculpidas. Na
parede
de fora da capela, de formas que os passantes consigam ler, vê-se
escrito:
{Tutta
l'immensità
l'unito
che tutto trascende
lo
spirito santo è:
il
dono che dall'abisso s'effonde
e
penetra tutto
e
di se indivisible e uno
tutte
le cose riempie
e
tutte in una luce trasforma.
{Nessun
uomo,
nessuna
creatura,
nulla
nel cielo e sopra la terra
ti
adora più
nessuno
ti conosca o ti ammiri,
nessuno
ti serva, ti ami,
illuminato
dallo spirito,
battezato
nel fuoco,
chiunque
tu sia:
laico,
vergine, sacerdote,
tu
sei trono di Dio,
sei
la dimora, sei lo strumento,
sei
la luce della divinità . . . .
+++
Dal
Cantico di San Sergio di Radonez, Patrono della Russia, 1314-1392. (Do
Cântico de São Sérgio de Radonez, Patrono da
Rússia
1314-1392)
[Toda
a imensidão, a unidade que transcende tudo, é o
Espírito
Santo. O dom que vem do abismo e se funde a tudo, é que é
uno e indivisível, preenche todas as coisas, e transforma tudo
em
uma luz. Ninguém, nenhuma criatura, nada do céu ou da
terra
poderia adorar-te mais, ninguém poderia conhecê-lo e
admirá-lo
mais, ninguém poderia servi-lo e amá-lo mais, iluminado
pelo
Espírito, batizado pela chama, seja você quem for: Leigo,
freira ou padre, você é o trono de Deus, sua morada, o
instrumento,
você é a luz de Deus. . . . ]
Sérgio
de Radonez era russo e contemporâneo de Julian de Norwich. Nenhum
escrito de São Sérgio chegou até nós, tendo
sido o cântico revelado a don Divo Barsotti, C.F.D., durante um
sonho.
Já que ele estudou profundamente Juliana de Norwich, ele nos
dá
agora o senso de Juliana sobre como cada um de nós somos o trono
de Deus, nos quais o reino do Pai se apresentará.
IV. Seja feita a vossa
vontade
assim na terra como no céu
Estas
linhas da Oração do Pai-Nosso repetem aquelas da Virgem
na Anunciação (Lucas 1.38). Repetem as palavras de
Cristo
no Getsemane (Lucas 23.42). Repetem aquelas que Jesus havia dito mais
cedo
(Mateus 12.46-50, Marcos 3.31-35, Lucas 8.19-21): 'Aquele
que fizer os desejos de Deus é meu irmão, e minha
irmã,
e mãe'. Julian ainda adiciona, 'É
desejo de nosso Senhor que nossa oração e nossa
confiança
sejam grandes na mesma medida’. No
Manuscrito
do Castelo de Norwich este pedido é apresentado como o
antídoto
para a Inveja, ‘que a vontade de Deus, não a minha, seja feita,
em caridade, pois Deus é amor’.
Simone
Weil coloca este desejo como aquele por uma eternidade que trespassa o
desejo de tempo. Ela também faz analogias disso ser como morrer
por sede de água - se for contra a vontade de Deus, deve contudo
ser recusado. Evelyn Underhill nos oferece a fala de Nicholas de Cusa,
'Eu
aprendi que o lugar em que Tu te encontras desvelado está
repleto
da coincidência de contradições'.
V.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje.
Jesus
ganhou seu pão como carpinteiro, Pedro, Jonas e João como
pescadores, Paulo como construtor de tendas. Mateus, quando coletor de
impostos, foi culpado pela falta de pão dos outros, mas deixou a
mesa de negociações para seguir a simplicidade de Cristo.
O
Manuscrito do Castelo de Norwich diz que não podemos dizer
'pão
nosso' se soubermos de outra pessoa que não o tem e a quem
não
o damos. Ainda acrescenta que devemos trabalhar pelo lucro comum de
nossos
irmãos em Cristo, doando, ensinando, ajudando e confortando. Que
somos pedintes,
frase repetida no antigo Manuscrito Lambeth, suplicando dia a dia a
Deus
por nosso pão, sabendo que homens que não trabalham e
suam,
tornam esta oração sem valor. O manuscrito acrescenta que
não deve haver interdições ou excomunhão,
já
que nenhum homem ou mulher deve ser separado do corpo de Cristo, tendo
Cristo dado o sacramento mesmo a Judas. Ainda assim deve haver
aconselhamento
a respeito da necessidade do merecimento para o recebimento do
sacramento.
O manuscrito acrescenta que este pedido é o antídoto
contra
a preguiça. Relacionada a este material está a
Graça
Latino Americana: 'Oramos para que aqueles
que não têm pão o recebam, e para que aqueles que o
têm tenham fome e sede de justiça por aqueles que
necessitam'.
Jesus, como notado pelo Manuscrito do Castelo de Norwich,
disse 'Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou' (João
4.34), unindo estes dois pedidos.
Evelyn
Underhill cita um orador espanhol, 'Tu
alimentaste
teus pobres com abundância de pães celestiais',
e um Evangelho Irlandês 'Dê-nos como pão no dia de
hoje
a palavra de Deus do céu'. Simone Weil diz que Cristo é
nosso
pão. Ela diz ainda que, como maná, não podemos
fazer
estoques dele. O paradoxo aqui é que o Manuscrito Medieval do
Castelo
de Norwich é mais cristão marxista que a Simone Weil do
século
XX.
Fioretta
Mazzei, sobre a paciência, faz notar que mesmo um
pedaço
de pão requer um ano para crescer e o trabalho de muitas
mãos.
Prova
ad avere pazienza: anche per un pezzo di pane
ci
vuole un anno di lavoro e molte mani che collaborano.
Antonella Somigli
Tente
ser paciente: mesmo para um pedaço de pão
Um
ano de trabalho e muitas mãos são necessárias
VI.
Perdoai
nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos tem ofendido.
Nas
escrituras hebréias, ao final de cada sete vezes sete anos, no
50o.
ano, a trombeta será tocada, o tambor do dia do juízo
final
ecoará, o sino do regozijo, o sino da liberdade (pois foram os
Quacres
que fundaram a Filadélfia 50 anos antes daquele sino ser
fundido)
será tocado, todos as dívidas perdoadas, todos os
escravos
libertados e a terra restará baldia em um grande Sabá dos
Sabás 'Publicareis a
liberdade
na terra para todos os seus habitantes' (Levítico
25.10).
O
Manuscrito do Castelo de Norwich, falando do Sabá dos
Sabás,
declara que aqueles que nos infringem mal são nossos
irmãos
em Cristo. Ao falhar em perdoá-los, nos viramos contra Deus,
não
realizando seu desejo de caridade. Como Davi e Agostinho disseram,
somos
todos devedores para Deus. Aqueles que perdoam são perdoados.
Quem
é colérico com seus irmãos em Cristo não
é
mais que
'carne e alimento para vermes’,
não merecendo a clemência de Deus..’; Agostinho diz, 'Você
se preocupa com o que o homem faz contra você, mas não com
o que você faz contra Deus, que é muito pior do que a
você
foi feito. Pois, como pode ele muito perdoar quando você
não
perdoa sequer pouco?' (Mateus
18.21-35).
Agostinho diz que Deus entregou em nosso poder e arbítrio como
devemos
ser julgados no dia do juízo final. Este pedido é o
antídoto
contra o pecado da Ira.
Hoje
aprendemos que aqueles que sofrem abusos estão condenados a
também
infringirem abusos - a não ser que sejam capazes de perdoar.
Estarão
então libertos do desespero e da crueldade. O site Oliveleaf
(folha de oliveira) fala sobre este fortalecimento para o perdão
e para a liberdade. Quando não somos capazes e não
perdoamos,
estamos para sempre atados, para sempre em débito, com aqueles
que
odiamos. Mas quando transformamos o ódio em amor, nos tornamos
livres.
Quando perdoamos aqueles que nos ferem, superamos o mal destas mesmas
pessoas,
e o mal em si, e liberamos fontes de bondade de nossas almas mundo
adentro,
anulando a destruição. A vingança meramente se
copia,
multiplica, inevitavelmente ferindo inocentes e culpados, tempestades
em
copos d’água que crescem até tomar o tamanho de guerras:
a semeadura e colheita terríveis dos dentes do dragão. Os
Sandinistas da Nicarágua, cuja junta revolucionária
incluiu
um padre poeta, tinha uma bandeira pacifista: 'O perdão é
nossa vingança', mostrada em seus centros para a
reeducação
de seus ex-torturadores Somozistas.
Desmond
Tutu e Nelson Mandela enxergaram a necessidade de Verdade e
Justiça
na África do Sul, escutando ambos os lados da história.
Simone
Weil nota que tudo que temos é débito. E que devemos
gratidão
por qualquer bem que tenhamos recebido, assim como
reparação
de qualquer mal que tenhamos sofrido. Devemos renunciar a
reivindicação
do passado ao futuro. O perdão das dívidas é a
pobreza
espiritual, a nudez, a morte, se transformando em vida. Evelyn
Underhill
nota que Santa Teresa disse que os santos se aprazem com os danos,
porque
através do perdão praticado eles tinham algo a oferecer a
Deus.
Gosto
do comentário de Agnes
Mason, minha Mãe Fundadora, 'Os
rabinos dizem que no sétimo dia Deus conseguiu descansar, porque
ao menos havia feito algo que conseguiria perdoar'.
VII.
E
não nos deixeis cair em tentação.
O
Manuscrito do Castelo de Norwich declara que 'Abençoado
é aquele que passa por provações, pois ele
ganhará
a coroa da vida', e apresenta isso como o
antídoto contra a Gula. Não nos deixeis cair em
tentação,
como a tentação do Diabo sobre Cristo para que ele
transformasse
pedras em pão.
Mas livrai-nos do mal
Na
França, onde esta oração é cantada durante
as missas, ela é terminada com a palavra 'male',
'mal', em uma nota alta, tornando o mal em
expressão de beleza, com as pessoas da congregação
tendo cantado a oração na antiga posição
cristã
dos orans, com suas mãos elevadas e depois estendidas para os
lados,
correspondendo às mãos de Deus em
benção/crucificação.
O Manuscrito do Castelo de Norwich fala de 'Libera
nos a malo', na página 78, que um
bom
homem ou mulher diz o Pai-Nosso e o Credo não apenas para si
mesmos,
mas para a toda a Santa Igreja. O Manuscrito apresenta isso como o
antídoto
contra o pecado mortal da Luxúria, notando que neste pedido, de
que Deus nos livre do mal, pedimos liberdade para nossa alma e
não
escravidão. Ao santificar o nome de Deus, através da
Castidade,
o mal da sexta feira santa se transforma no surgimento da Páscoa
no domingo.
Quando
falei sobre a oração do Pai-Nosso, ainda que eu quisesse
reter a maior parte das palavras eu pedi que esta linha fosse alterada
para “Liberte-nos do mal”, dentro de uma forma anglo-saxônica
Julianesca,
em vez de algo latinizado, já que em inglês mantemos a
amável
porém antiquada palavra 'hallowed' [santificado(a)]. A
Oração
do Pai-Nosso, como o Êxodo e sua marca Tau, procura como
nós
a santidade, e pode nos livrar do pecado e da morte.
Venho
ensinando
uma jovem mãe cigana da Romênia a ler e escrever. Sua
família
sempre foi pobre demais para arcar com os custos de sua
educação,
então ela nunca foi à escola. Lembrando dos modos da
Renascença
e medievais de ensinar crianças, fiz com que ela copiasse - e a
partir disso ela ora - a oração do Pai-Nosso em italiano,
já que estamos ambas na Itália. Ela é uma Romena
Ortodoxa.
Ela canta cantigas de aleluia a seu bebê - que eu batizei. Seus
parentes
eram escravos cristãos de cristãos em sua terra, por
centenas
de anos. Ela vinha mendigando pelas ruas de Florença para apoiar
sua família de sete membros na Romênia, mas recentemente
foi
informada de que não poderia mendigar fora das igrejas. Mas
homens
alcoólatras sozinhos podem. Esta foi a primeira vez que ela
copiou
a oração do Pai-Nosso, o 'Padre Nostro':

Simone
Weil faz notar que a oração do Pai-Nosso começa
pela
palavra ‘Pai’, e termina pela palavra ‘mal’; que ela segue da
confiança
ao medo. Ela também vê como cada um dos pedidos se
interrelaciona
com os outros. E termina por notar:
O
Pai-Nosso contém todos os pedidos possíveis: não
é
possível imaginar qualquer oração que já
não
esteja contida nele. Ele está para as orações como
Cristo está para a humanidade. É impossível
dizê-lo
do início ao fim, dando toda a atenção
possível
a cada uma das palavras, sem mudança, infinitesimal, talvez, mas
real, acontecer na alma.
Ou,
alguém no mundo poderia adicionar sua santificação
de volta à Criação.
Alguém
a imagina ganhando seu pão colhendo uvas, no sul da
França,
e recitando esta oração no Evangelho Grego, ao mesmo
tempo
em que anseia que ela o diga em seu próprio hebreu. Ela fugiu
dos
nazistas, seguindo para Londres, e lá morreu de anorexia. Outra
jovem filósofa judia, da Alemanha, não da França,
escreveu sobre Pseudo-Dionísio,
tornou-se uma Carmelita contemplativa, como Teresa
de Ávila, e morreu durante a guerra em um campo de
concentração.
Seu nome - Edith Stein.
Todas foram fisicamente suplantadas pelo mal; ambas escreveram textos
sobre
Deus, permitindo que nós suplantemos o mal. Estas mulheres, suas
irmãs, a primeira fora da igreja, morrendo sem ter sido
batizada,
a Segunda tendo se tornado uma freira Carmelita e hoje uma santa
cristã:
a imagem de Jesus nos ensinando a rezar o Pai-Nosso, nosso ‘Abba’.

Alan
Oldfield, Revelações do Amor Divino, 1987
Capela
de São Gabriel, Convento All Hallows, Ditchingham
Fotografias,
Irmã Pamela, Com autorização da C.A.H., Friends of
Julian
Bibliografia
(nota do tradutor: títulos traduzidos para possível
referência
em português - translator’s note: book titles translated for
possible
reference in Portuguese)
O
livro autorizado das orações diárias das
congregações
hebraicas unidas do Império Britânico. Londres: Eyre
and
Spottiswoode, 5673-1913.
O
Novo Testamento Grego. Ed. Kurt Aland, Matthew Black, Carlo M.
Martini,
Bruce M. Metzger, Allen Wikgren. Stuttgart: Sociedades da Bíblia
Unidas, 1983.
A
nova Bíblia Oxford anotada com livros apócrifos /
Deuteronômicos.
Ed. Bruce M. Metzger, Roland E. Murphy. Nova Iorque: Editora da
Universidade
de Oxford, 1989.
Manuscrito
do Museu do Castelo de Norwich 158.926/4g.5.
Origen.
Em
Oração. Ed. Eric Jay. Londres: S.P.C.K., 1954.
Stein,
Edith. 'Conhecimento de Deus'. In Escritos de Edith Stein. Ed
&
trans. Hilda Graef. Londres: Peter Owen, 1956. Pp. 61-95.
Teresa
de Ávila. Pater Noster . Extrato do Caminho para a
perfeição.
ICS, 1982.
Underhill,
Evelyn. Frutos do Espírito/ Luz de Cristo: com Memoir por
Lucy
Menzies/ Abba: Meditações baseadas nas
orações
do Senhor. Londres: Longman's, 1956.
Weil,
Simone. 'A respeito do Pai-Nosso'. Leituras de Simone Weil. Ed.
George A. Panichas. Nova Iorque: David McKay, 1977. Pp. 492-100.
Agradecimentos
especiais a Kate Lindeman na América, que me lembrou que Santa
Teresa
de Ávila também havia escrito sobre o Pai-Nosso, e
à
irmã Anna Maria Reynolds, C.P., de Kilcullen, Irlanda, que me
forneceu
uma cópia do tratado.
Para
encomendar Julian of Norwich, Showing of Love (Juliana de
Norwich,
Provas
de Amor), tradução impressa (ISBN: 0-8146-5169-0),
xxxiv-
133 páginas, impressão em três cores: via Estados
Unidos
da América The Liturgical
Press,
St John's Abbey; em Inglês, etc., Darton, Longman and Todd,
2003,
disponível em livrarias e no Blackwell's.
Para
ver o interior deste livro, onde as palavras de Deus estão em
vermelho,
as da Juliana em preto, e da editora em cinza, clique aqui.
Juliana
de Norwich, Showing of Love, edição e
tradução
definitiva, Firenze: SISMEL
SISMEL,
2001, disponível através da SISMEL ou por Julia
Bolton Holloway;

Para
ver uma página de exemplo com texto paralelo em inglês
arcaico
e moderno, variantes e notas explicativas, clique aqui.
Para
encomendar Julian of Norwich, Showing of Love: Extant Texts and
Translation,
(Juliana de Norwich, Prova de Amor) ed. Sister
Anna Maria Reynolds, C.P. e Julia Bolton Holloway (ISBN
88-8450-095-8),
848 páginas, 18 chapas coloridas dos manuscritos, pela
Universidade
de Florença, SISMEL Edizioni del Galluzzo, 2001, envie e-mail
para
order@sismel.itou
holloway.julia@tiscali.it
Julian
of Norwich, Showing of Love, Westminster Text,(Juliana de
Norwich,
Prova
de Amor, Texto Westminster) traduzido para o Inglês Moderno,
em fonte William Morris, encadernado a mão com papel
marmorizado,
bordas cobertas com couro, edição limitada e assinada.
Versão
similar disponível em italiano. Pode ser acompanhado de CD com a
leitura do texto. Para ver exemplo de cópias em tamanho real,
clique
aqui.
Para encomendar, clique aqui.

Julian
Library CD (CD Biblioteca Juliana), 1996/2003, disponível
para
leitores em geral, pensadores, educadores e livrarias para leitura
off-line,
navegação no computador (inclui o site Umilta);
Julian
Library Portfolio (Portfolio da Biblioteca de Juliana), brochuras
de
ensaios em um portfolio encadernado a mão, ou em papel impresso
Florentino ou nosso papel marmorizado, como mostrado abaixo;
The
City and the Book I, II, III, Florence, International Congresses,
Proceedings,
CD; (CD A cidade e o livro I, II, III, Florença, Congressos
Internacionais, Procedimentos)
English
Cemetery, Florence, CD; (CD do Cemitério Inglês,
Florença)

©
Julia
Bolton Holloway , Biblioteca e Bottega Fioretta Mazzei, 2003.
Para
encomendar
berços de balanço, prateleiras forjadas em aço,
com
juntas em cruz de lírios, papel marmorizado, etc.,
holloway.julia@tiscali.it,
ilustrados e descritos no Como
Construir Berços e Bibliotecas.

Papéis
marmorizados da Biblioteca e Bottega Fioretta Mazzei
Doações
para os CDs e Portfólios acima beneficiam a Biblioteca
e Bottega Fioretta Mazzei (do qual você se torna membro ao
doar
um livro para a biblioteca), e o histórico "Cemitério
Inglês", Piazzale Donatello 38, I-50132 Florença,
Itália
Dia
de Adventos em 2003 (atualizado)
Sites
de
Clausura
e
anglo-italianos
Translation/Tradutor:
Bernardo Ferreira/ Carmo Silva
JULIAN
OF NORWICH, HER SHOWING OF LOVE AND ITS CONTEXTS ©1997-2008
JULIA BOLTON HOLLOWAY ||
JULIAN
OF NORWICH || SHOWING
OF LOVE || HER TEXTS || HER
SELF || ABOUT HER TEXTS || BEFORE
JULIAN || HER CONTEMPORARIES || AFTER
JULIAN || JULIAN IN OUR TIME || ST
BIRGITTA OF SWEDEN || BIBLE
AND WOMEN || EQUALLY
IN GOD'S IMAGE ||
MIRROR
OF SAINTS || BENEDICTINISM ||
THE
CLOISTER || ITS
SCRIPTORIUM || AMHERST
MANUSCRIPT ||
PRAYER ||
CATALOGUE
AND PORTFOLIO (HANDCRAFTS, BOOKS ) ||
BOOK
REVIEWS || BIBLIOGRAPHY
||